quinta-feira, 6 de novembro de 2008

em salvador

Amanhã faz uma semana que estou em Salvador, ainda não fui ver o Porto da Barra, acho que tou evitando chegar e já de cara ficar com muita raiva, e olha que levei 3 horas em um engarrafamento para ir do aeroporto a casa.
Mas já vi a Centenário, com seus postes horrorosos (meu Deus, quem desenha tal coisa?), seu rio sepultado em forma de esgoto, e seu mobiliário anti-urbano: as razoes pelas quais se toma a única avenida n
ão feia da cidade para transformá-la num arremedo de sítio pobrezinho esperando os festejos juninos ficarão como uma grande incógnita.
Eu já vejo uma possível defesa do que foi feito em sua presumível destinacao de área de lazer para os pobres da vizinhanca; intuitivamente imagino estatísticas crescentes de atropelamentos e horas de engarrafamento.
Haverá um dia algum resquício de urbanidade nesta cidade?


Um comentário :

Gil Vicente Tavares disse...

Mukti,

Descobri seu blog através do seu comentário no www.teatronu.com. Acho importante que um arquiteto que esteja fora possa trazer esse "olhar de madeira". Nunca é tarde pra questionar...

um abraço,

GVT.