quinta-feira, 2 de abril de 2009

we are all happy

Assisti a Happy Go Lucky (simplesmente feliz) no domingo passado. Fiquei pensando que, diferentemente de quase tudo o que já li sobre este filme, talvez o tema nao esteja tanto assim centrado na história de uma pessoa, há também uma leitura (ambígua), e com um ângulo de abertura maior, sobre a geração "convidada" a ser eternamente adolescente (até os trinta e poucos pelo menos). Tá na casa da irmã, está no final do filme, está nas reflexões ausentes, que nao reverberam. E o registro de como a música pop deu lugar aos videogames como objeto de identificação jovem é bem interessante. Gostei muito.

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