sábado, 7 de agosto de 2010

meu deus, lisboa!, ou um coletivo pós-freudiano

Passar por Lisboa a caminho do Brasil é sempre o mesmo: gente grossa, chateacoes, filas estúpidas, atrasos, ainda mais com o aeroporto em obras. Hoje aquilo lá era um caos, gente demais para a capacidade física das instalacoes, um horror de aperto e fila. Deu até para um medo quanto à seguranca geral daquilo tudo. Mas o que fica, cada vaz mais nítida, é a vontade de nunca ter sabido aquilo que Freud transformou em conhecimento operacional, é aquela sensacao meio nostálgica de uma imensa frustracao de que algum dia a coletividade no Brasil venha a ter um cotidiano minimamente agradável. Porque filho de peixe, caranguejo nao é.

Nenhum comentário :