sábado, 5 de março de 2011

sexta do carnaval de 2011

dormi muito pouco, o que já não é novidade; feijoada deliciosa na casa de Rogério, que simpatia de convite (e tem alguém mais querido neste mundo?); depois tentei descansar em casa, saí cedo, por volta das 19:00 horas para a Barra, caminhando até lá, claro. Muito calor, aquele vento úmido e pesado que não deixa dúvida que já é março.
Do que vi (ou não quis ver nem lembrar): Netinho ia chegando no cristo, com menos de um minuto dei a volta e passei pela outra rua. Depois Ivete, que fez as pessoas dançarem como sempre, mas que parecia meio cansada no burocratismo com que pronunciava palavroes. Na sequência, um trio com música eletrônica daquelas que tocam em qualquer boitezinha em salvador (para que pagar por isso no carnaval?). Depois veio a cantora lacttosa, cujo trio deve ser o único que tem a potência imensa dos trios de uns 15 ou 20 anos atrás: tapei meus ouvidos para a sua passagem (é verdade que faria o mesmo se fosse um radinho de pilha). Depois veio a banda do superman e da mulher maravilha (só isso mesmo) e o trio elétrico super comprido com a banda Jammil sobre ele (as pessoas até dançaram, mas nao é a minha....). Aí veio o Eva, que conseguiu o primeiro ponto alto da noite do Farol: todo mundo pulou.
Aqui e ali chuviscava, mas nada que ninguém quisesse perceber. Passaram ainda o homem que fala a língua da xuxa - é tao estranho que ele seja cantor, mas afinal estamos no fim do mundo - e uma banda toda fantasiada de árvore (ou aquilo que eu sem óculos achei que pareciam mais bem bananeiras que árvores) antes de Psirico, o grande show da noite (mas alguém precisa dizer a este meu xará que ele precisa falar menos, tá imitando brown demais nisso, o povo tá ali para dançar... e como dançou!). Deixei Ricardo lá esperando viviane trípodi (fetiche dele), mas antes disso veio a chuva e um trio com uma mulher cujo nome poderia ser usado em shows de transformistas. Fernando ainda disse numa crueldade sem fim que o nome dela  não tinha o L no meio.
João chegou depois da chuva, e logo depois deixei o carnaval. Ainda tive a sorte de um ônibus completamente vazio fazer um retorno à minha frente na centenário: nao precisei subir ladeira.

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